quinta-feira, 30 de outubro de 2008

LANÇAMENTO CHEGANDO....

Estarei lá conferindo o lançamento no dia 04 próximo. O livro teve a organização do Adriano e de outros amigos da UERJ. IMPERDÍVEL!

TEMPO NEGRO, TEMPERATURA SUFOCANTE
ESTADO E SOCIEDADE NO BRASIL DO AI-5


Organizado por Oswaldo Munteal Filho
ADRIANO de Freixo
jaqueline Ventapane Freitras

TERÇA., 04/11 19H
LIVRARIA ODEON


quarta-feira, 29 de outubro de 2008

PETER BURKE SABE DAS COISAS


Logo que iniciou o Outubro participei de uma verdadeira aula de erudição com Peter Burke em pessoa.

A maior novidade, além dele falar por quase duas horas sem consultar uma linha de disrcurso, foi a transmisão sumultãnea para o português.

Abaixo a matéria Publicada no site da ECO UFRJ para quem perdeu o imperdível historiador.

EA




Encontros Acadêmicos

Peter Burke comanda viagem pela história da Comunicação

FELIPE DE CARVALHO
Estagiário de Jornalismo FCC/UFRJ

O seminário internacional Comunicação e História, que propôs a análise das tensões e articulações entre esses dois campos, convidou para a palestra de abertura o renomado professor Peter Burke (foto). Formado em História pela Universidade de Oxford, ele foi apresentado pela professora Ana Paula Goulart como um “interlocutor fundamental nos estudos relativos à cultura”.

Foto: Eneraldo Carneiro

Após agradecimentos, Burke iniciou apresentação rica em detalhes sobre a história da Comunicação. Citando eventos ocorridos em diversas partes do globo, o professor mostrou o sucesso da dominância de quatro sistemas: oral, escrito, impresso e eletrônico. Além de apontar conseqüências dessa série de revoluções na comunicação, Peter Burke argumentou que os novos meios não anulam os antigos, eles competem, interagem e se misturam.

Começando pelo sistema oral, o historiador fez referência ao poeta grego Homero e, baseado em pesquisas, afirmou que a Odisséia e a Ilíada podem ter sido compostas oralmente. Burke também ressaltou a importância da comunicação oral na esfera religiosa. O Corão - livro sagrado do Islã - significa “recitação” e desde a infância os muçulmanos o declamam em voz alta. Já os Vedas – textos sagrados do Hinduísmo – por muito tempo foram transmitidos apenas oralmente, pois não era permitido que fossem escritos. Outras instituições culturais que valorizavam o intercâmbio oral eram os cafés, na Europa, e as casas de chá, na China, locais onde era praticada a arte da conversação.

Para contar o surgimento da escrita o professor citou os hieróglifos egípcios, os ideogramas chineses, os pictogramas maias e a escrita cuneiforme babilônica. Inclusive esta última, que data de 3 mil a.C, foi realizada em tábuas de argila, material durável que preserva os arquivos até hoje. Por outro lado, o papiro e o papel não possuem tanta durabilidade, mas são de fácil transporte, ao contrário das pesadas tábuas. Burke ressaltou que esses dois tipos de suportes serviam a lógicas culturais distintas. Enquanto a argila se liga a formas religiosas de organização que pretendem preservar tradições e manter vínculos com o passado, o papel favorece a comunicação rápida, estabelecendo relação com o espaço e não com o tempo.
Peter Burke, Micael Herschman e Ana Paula Goulart Foto: Eneraldo Carneiro

A escrita teve reflexos profundos nas religiões, possibilitando a ascenção e disseminação das escrituras, e na política, favorecendo o surgimento de documentos ligados à organização burocrática e democrática do Estado. Peter Burke também comentou estudos que indicam a relação do alfabeto com o pensamento abstrato e com a atitude crítica em relação às idéias.

De acordo com Burke, a revolução que deu origem a imprensa não foi mérito exclusivo de Gutenberg, pois na China e na Coréia já haviam tipos móveis de impressão. A diferença é que na Europa a imprensa se tornou um empreendimento livre e comercial, impulsionado pela grande oferta de papel e pela demanda crescente por leitura. Dentre outras conseqüências, essa revolução ajudou a padronizar línguas, minou monopólios de conhecimento e incentivou críticas e revoltas contra governos e instituições.

Ao discorrer sobre a última era, a “idade elétrica”, Burke identificou cinco estágios: telégrafo, filme, rádio, TV e internet. O primeiro funcionou como auxílio da imprensa e aumentou a velocidade da informação. O filme e o rádio incentivaram o retorno da oralidade e da imagem. No caso do rádio, por exemplo, muitos governantes como Roosevelt, Hitler, Getúlio Vargas viram a oportunidade de angariar apoio popular por meio de discursos e programas. Este veículo também favoreceu a padronização da língua falada, assim como a imprensa fez com a escrita.

Já a TV combinou vantagens do filme e do rádio e, portanto, é capaz de disseminar notícias e de contar histórias. Como possui alcance doméstico e internacional difunde estilos de vida em escala equivalente ao cinema.
Foto: Eneraldo Carneiro

Com a chegada da internet, deixa de vigorar o “Estado do papel”, pois os arquivos passam a ser armazenados em mídias digitais. Burke observou também que os novos meios interativos do espaço virtual se aproximam da era da oralidade e do manuscrito, pois para escribas e poetas era fundamental a interação com o público. O professor enxerga nas mídias digitais tanto a oportunidade de uma “ciberdemocracia” quanto o risco de uma “ciberditadura”.

Burke encerrou a conferência dizendo que “temos que nos ajustar as mudanças, e é isso que estamos tentando fazer hoje com este seminário”. Após fornecer rico panorama, o professor inglês fez ainda um esforço para ler e responder em português as perguntas do público.

O pesquisador, que possui mais de 30 livros publicados - muitos deles referências para estudantes de Comunicação -, disse que “tenta transmitir o conhecimento através de todas as diferentes mídias porque cada uma atinge de um jeito diferente”. Não é á toa que Burke participou da conferência oral com a mesma boa vontade com que autografou livros de sua autoria.

quarta-feira, 22 de outubro de 2008

HÁ 30 ANOS A DITADURA ARGENTINA QUASE CAIA


30 mil desaparecidos



Qual seria o resultado para a ditadura mais sangrenta do cone sul caso a seleção de futebol argentina tivesse perdido para a Holanda na grande final da copa do mundo de 1978? Há 30 anos a Ditadura governada pela junta militar que assassinou 30 mil opositores respirou aliviada pelo resultado de 2x1. Fundamentalmente, o futebol sempre foi ultilizado pelo poder, seja ele qual for. Mas especificamente, no caso argentino, a junta teve uma sobrevida impulsionada pela conquista do mundial. O que acabou não ocorrendo após 1981, quando a derrota no campo de batalha real entre ingleses e argentinos, que disputaram as Malvinas-Falklands, enterrou de vez a segunda tentativa de sobrevida do regime. O argentinos perderam a guerra e a junta caiu.
O trabalho investigativo de muitos jornalistas e historiadores pode estar mudando o jogo da cena montada para a vitória argentina. Tuda a história do mundial volta a ganhar força após 30 anos. Aparecem indícios de suborno, uso de drogas, ligações da junta com o narco- tráfico(cartel de Cali)e de fatos que estiveram incobertos pela ditadura. Um deles dá conta de uma visita de VIDELA ao LADO DE KISSINGER ao vestiário da equipe do Peru. O Peru perdeu de 6x0 num jogo muito supeito, que pejudicou as pretensões do Brasil de chegar a final.
EA
p.s;ontem no OBSERVATÓRIO DA IMPRENSA-TVE. o lendário ALBERTO DINES investigou os fatos ocorridos durante o mundial de 1978. Um trabalho primoroso!

UMA LEMBRANÇA.

Batalha de Rosário completa 30 anos

por Frederico Soares, foto de Eurico Dantas

Quando a bola rolar na noite desta quarta-feira para Brasil e Argentina, estarão completando exatos 30 anos de uma partida que se tornou quase sanguinária. Tão violenta que ficou conhecida como Batalha de Rosário. O jogo foi válido pela segunda fase da Copa do Mundo de 78. Após 90 minutos de pancadaria, o empate em 0 a 0 deixou a seleção brasileira com esperança de ir à final.

— A seleção deles entrou em campo disposta a nos incomodar. O primeiro lance do jogo foi um chute do Luque no Batista. Isso mostrou como seria a partida — lembrou o zagueuiro Oscar.

Sob o atento olhar do ditador argentino de plantão, o general Jorge Rafael Videla, o árbitro húngaro Karoly Palotai fazia vista grossa para as botinadas dos argentinos. A reação dos brasileiros não poderia ser outra: responderam na mesma moeda.

— Quando vi que o árbitro nada faria, resolvi agir do meu jeito. E aí tive de bater também — disse Oscar.
A primeira vítima de Oscar foi Luque. Depois, foi a vez de Ortiz sentir as travas da chu$do brasileiro. Nada, porém, que amenizasse a violência da seleção argentina.

— Eles queriam ganhar o jogo na base da intimidação. Mas não aliviamos também — disse Roberto Dinamite.

A partida seguia tensa, onde a marcação prevalecia. E poucas chances eram criadas. Na melhor delas, ainda no primeiro tempo, o grandalhão Luque levou uma cotovelada de Oscar antes de cruzar a bola para a conclusão errada de Galván.

Apesar das entradas duras de Oscar e de Chicão, Luque não tomava jeito. O truculento argentino Batista foi outro a mostrar seu repertório de violência na segunda etapa. Que o diga o tornozelo do atacante Dirceu, atingido pelo volante.

— Os jogadores franzinos, como o Dirceu e o Zico, eram quem mais sofriam. O Zico se irritou e levou um cartão amarelo — lembrou o Batista brasileiro.

Nesta altura, o técnico Claudio Coutinho resolveu ampliar seu arsenal de defesa contra os argentinos. Sacou Rodrigues Neto da lateral-esquerda e pôs Edinho. Uma das atribuições que o então zagueiro do Fluminense recebeu foi exatamente dar um jeito em Luque.

— Assim que entrei, dei logo duas pregadas nele. Só aí que se aquietou — disse.

À medida que o jogo foi se aproximando do fim, as pancadas foram diminuindo. E o Brasil, enfim, pôde mostrar o seu melhor futebol. A seleção teve a vitória nos pés de Roberto Dinamite. Após receber lançamento, ele entrou na área cara a cara com Filliol, mas acertou a bola nas pernas do goleiro argentino.
No fim, inusitadamente, os jogadores trocaram camisas e apertos de mão. Tudo indicava que o Brasil iria para a decisão. Mas havia o Peru no meio do caminho... E a Argentina fez 6 a 0.

sexta-feira, 10 de outubro de 2008

DECRETO à VIDA TODA E EM ESPECIAL PARA ESSE FIM DE SEMANA!

ESTOU SEMPRE BEM
SIGO NA VIDA CADA VEZ MELHOR
SOU INDESTRUTÍVEL
A ALEGRIA É O MEU ESCUDO
A FIBRA É A MINHA ESPADA
O PENSAMENTÓ É A MINHA ALMA
SOU VIGOROSO
SOU INVENCÍVEL
SOU RÁPIDO, PROFUNDO, INFALÍVEL
BUSCO A PERFEIÇÃO INTERNA
SOU UMA PARTE DA LUZ
O BEM AMDADO MIGUEL ARCANJO ESTÁ COMIGO
EU AMO A VIDA
A VIDA É A MINHA GRANDE AMIGA!
VENCEMOS JUNTOS!

Finalmente um GRAFITE que não é do tema HIP HOP


Serei feliz , bem feliz...

terça-feira, 23 de setembro de 2008

O PERDÃO GERA BOAS COISAS...

FOTO: SUTRA DO CORAÇÃO

O PERDÃO que pedi as amigos tem gerado bons frutos. Agradeço muto o carinho que recebi, e que enumero vindo de meu bons amiigos:

Via orkut:

1-Martinha:

Edu, q lindo!!!!! Amigos tb dizem eu te amo!!!!

2-Profº Araújo:

valeu meu amigo.mas quem sou eu...que Deus lhe guarde e proteja sempre!!!! legal...

3-Alexandre:

Tá perdoado !!

Abração.

4-Nine:

Ok. Tá perdoado (rs)
Também te amo.
Beijo

VIA E-MAIL:
5
alê souto
para mim
mostrar detalhes
22 set (23 horas atrás)
perdoado kkkkkk
isso faz um bem danado, mas vc me perdoa tbm ??
yom kipur

6

Para:
eduardo.affonso@yahoo.com.br
O perdão é o início da condição maior da libertação.
perdoar-se a si próprio é ainda mais poderoso recurso. pois nos liberta de nossos velhos fantasmas.
o perdão é truque maior dos vitoriosos.
parabéns pela atitude.
eu te perdoo e quero que me perdoe também.
vamos numa corrente de perdão.
talvez ela se estenda num perdão à cidade, ao estado, ao país, a esse mundo...
perdão pois agente não sabia o que fazia.
nosso Ion Kipur.


7

Eduardo Affonso. sinta-se liberado de toda a culpa quanto a mim e ao mundoooooooooooooo!

8
Para:
eduardo.affonso@yahoo.com.br

-----Anexo incorporado-----

Quem sou eu para dar o perdão,porem a Deus que lhe ilumine e a todos os seus , filho , esposa e o Moa. Fique sempre bem e realizando coisas maravilhasas como essa de escrever , pois eu sei que realmente é do fundo de seu coração.
Paz...meu irmão muita paz

9
Para:
eduardo.affonso@yahoo.com.br

Exibir informações de contato
Para:
eduardo.affonso@yahoo.com.br
Perdão de que? Tudo bem, religião pessoal a gente não discute.
aração
leandro

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O MEU DIA DO PERDÃO

Segunda-feira, 22 de Setembro de 2008 15:10
De:
Para:
eduardo.affonso@yahoo.com.br
Fique em paz você está perdoado... não sei do que, mas não posso deixa-lo com essa aflição. Me perdoe também pelas minhas malcriações
Que o amor de Deus encontre morada aconchegante em nossos corações.
Ângelo