sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

MEU BLOCO NA RUA!!! deu no "BLOCOS ON LINE"

Em sex, 12/12/08, Blocos Online escreveu:
De: Blocos Online Assunto: Mensagem de NatalPara: "Eduardo Affonso" Data: Sexta-feira, 12 de Dezembro de 2008, 19:07
Eduardo,
obrigada por sua mensagem, ela estará on line amanhã, sábado, com chamada de capa. Por favor, confira e divulgue.
Leila Miccolis

http://www.blocosonline.com.br/home/index.php

Uma pauta imensa de sonhos nos reservaviver corajosamenteos dias!Que sempre os sonhos aconteçam com a força do amor!A cada miléssimo de segundo, que isso seja lembrado "SONHANDO ACORDADO"!Numa teia coletiva diária de relações, que se constroem ou refazemamorosamente,que a vida bela, como na metáfora de um velho e certo filme passe...SEMPRE MUITO BEM, OBRIGADO! Assim, lhes desejamos, que aconteça...... quando sonhamos e vivemos os nossospróprios sonhos!Os mais lindos, vos pertencem,de tão bela certeza!Em abraços que ousamos sonhá-losé insuperável,magnífica.A vida é mesmo bela!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

FELIZ NATAL E 2009!

Uma pauta imensa de sonhos nos reserva
viver corajosamente
os dias!

Que sempre os sonhos aconteçam com a força do amor!

A cada miléssimo de segundo,
que isso seja lembrado "SONHANDO ACORDADO"!

Numa teia coletiva diária de relações, que se constroem ou refazem
amorosamente,
que a vida bela como na metáfora de um velho e certo filme passe...

SEMPRE MUITO BEM, OBRIGADO!

Assim, lhes desejamos, que aconteça...
... quando sonhamos e vivemos os nossos
próprios sonhos!

Os mais lindos, vos pertencem,
de tão bela certeza!

Em abraços que ousamos sonhá-los

é insuperável,
magnífica,
a vida é mesmo bela!

Feliz 2009!
Eduardo Affonso
P.S; sonho com todos!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

UM DIA INESQUECÍVEL!

Há 30 anos, Rondinelli se tornava ídolo na Gávea

Felipe Murta, JB Online

RIO - Uma das mais importantes conquistas rubro-negras completa, nesta quarta-feira, 30 anos. No dia 3 de dezembro de 1978, mais precisamente às 18h44 de um domingo no Maracanã, o 'Deus da Raça' Rondinelli correu como uma flecha, saltou por sobre o então jovem zagueiro do Vasco Abel Braga e, com uma cabeçada fulminante, entrou para a história do Flamengo ao marcar um dos gols mais comemorados por toda a nação que o idolatrava. E o recorda com carinho até hoje daquele 1 a 0.

O Jornal do Brasil presta a sua homenagem a um dos momentos que fazem do futebol o esporte mais emocionante do planeta. Confira abaixo a cobertura original desta conquista, além do comentário do 'mestre' Oldemário Touguinhó, que, numa conversa com o herói do título, eternizou a façanha:

Assista os melhores momentos da decisão no Canal 100

Matéria do JB de 3 de dezembro de 1978

Rondinelli, o prêmio pela dedicação

Por Oldemário Touguinhó

A bola veio cruzada sobre a área e Rondinelli entrou de cabeça, fazendo o gol da vitória do Flamengo. Tudo como o zagueiro havia sonhado na madrugada do jogo, tudo como havia desejado desde que voltou à equipe na condição de titular. Por isso, era o mais feliz na festa da conquista do título de campeão carioca.

Rondinelli é um rapaz educado, profissional e dedicado. Treina constantemente. Quase sempre é o primeiro na fila dos exercícios, para servir de guia. Assim, consegue manter uma elasticidade que faz dele o melhor cabeceador do Rio.

- Por não ser muito alto e saber que dentro da área somos obrigados a enfrentar zagueiros fortes, que entram firme nas bolas altas, desde cedo me preparei com empenho para subir nos cruzamentos. Acho que devo muito aos preparadores físicos, porque desde que cheguei à Gávea, faço com eles várias séries de exercícios para manter a forma. Nunca me importei em ser um zagueiro de estilo clássico. Minha principal preocupação foi sempre a de ganhar o lance. Se for necessário entrar duro e desajeitado, entro. O importante é não deixar o adversário não entrar na área. Ainda nos juniores, me esforçava muito nas cabeçadas. Por isso, quando cheguei aos titulares, não tive dificuldades para me manter na equipe.

- Sou um jogador de garra – e continuou Rondinelli – e foi com muita luta que cheguei a ser convocado a Seleção Brasileira, durante a fase de treinamentos para a Copa (de 1978). Depois, voltei ao Flamengo e, quando acreditava estar firme no time, me machuquei e quase não pude mais voltar à minha posição. O Flamengo havia contratado novos zagueiros e, contundido, perdi espaço. Uma contusão no joelho esquerdo me obrigou a ficar de fora durante vários meses. Isso me desesperava. Sempre que tentava voltar aos treinos, sentia dores e tinha que recomeçar os tratamentos. O pior é que, aos poucos, senti não haver mais interesse da comissão técnica em me escalar. Mesmo assim, intensifiquei os treinamentos e logo que me senti bem, forcei os exercícios. Mesmo assim, foi muito difícil recuperar meu lugar entre os titulares, já que a dupla de zagueiros atuou muito bem durante o 1º turno e levando o time à vitória.

De fato, no Flamengo, existia interesse de negociá-lo em troca de um atacante. Por este motivo, quase foi parar no Inter, assim como no Galo mineiro. Sentindo que muitos clubes queriam contratá-lo o zagueiro voltou aos planos do técnico Cláudio Coutinho. Inclusive, a própria torcida exigia sua volta à equipe. O jogador se mostrava revoltado em permanecer na reserva e só mesmo se tranqüilizou ao ser escalado para atuar por duas vezes seguidas. E isto aconteceu apenas nos últimos jogos do returno.

- Na verdade, sempre confiei no meu futebol. Só desejava ter uma chance, a fim de poder mostrar ao treinador que merecia uma vaga no time. Ele foi legal comigo e permitiu que eu fosse novamente titular. Realizei bons jogos, mas me faltava um pouco de coragem para ir lá na frente, ajudar o ataque nas bolas altas. Mas durante a preparação para o jogo final contra o Vasco, vivia sonhando em ter uma chance de subir ao ataque e foi isso o que me encorajou a tentar uma jogada ofensiva no final da partida.

Quando vi a bola cruzada, entrei na corrida já sabendo que iria pegá-la no meio do caminho. Vim numa velocidade alta. Felizmente tudo deu certo, entrei de cabeça e joguei a bola para dentro do gol de Leão.

Rondinelli deixou o campo sem camisa. A faixa de campeão cruzada sobre o peito era o maior troféu que acabava de conquistar com muita raça e coração, como sempre lhe foi peculiar.

[00:17] - 03/12/2008 - RSS


quarta-feira, 26 de novembro de 2008

"o concreto pensado*"


Mais do que falar eu gosto de pensar
mais do que pensar eu gosto de trabalhar com o pensamento
mais do que trabahar como pensamento eu gosto de senti-lo concretamente:
"o concreto pensado", tomo por empréstimo esta expressão de Marx, para
o meu objeto de estudo ganhar forma e sentido paupável:
para buscar sentidos fora da racionalidade dura, fria, reproduzida,
instantânea e que permanece,
nas coisas e pessoas que não são coisas...
Mas do que sentir eu gosto de buscar o sentido,
de poder interpretar as coisas através de uma forma de pensar,
compartilhado numa teia o susto e o abuso remoto e presente,
entre homens e mulheres inquietos,
que se tocam através do tempo e do espaço:
decompondo todas as relações de origem, de aceitação, de rebeldia,
de cultura,
de classe,
todas as rupturas e continuidades nesse terreno...
as vezes árido, outras movediço,
nele juntos tentamos produzir frutos.
A minha matéria para pensar, sentir, trabalhar e viver socialmente
MESMO
é a história.
Com ela durmo e acordo todos os dias,
de manhã tomamos café
e saímos para
observar as
tais coisas
de que falei...
e agir.
É exatamente assim,
caso queira uma lógica
para saber do que sou feito.


Eduardo Affonso.

terça-feira, 25 de novembro de 2008

JUSTO RECONHECIMENTO, PORÉM...




Uma certa falta de consciência do poder

no dia da Consciência negra


A estátua inaugurada dia 20 de novembro último, do lendário João Cândido, o almirante negro, cantado na canção de Aldir Blanc e João Bosco pela voz maravilhosa de Elis, está no lugar errado. Lula e Edson Santos deveriam ter posto a estátua em frente ao MUSEU DA MARINHA, que também fica na Praça XV. A importância dos simbolos não foi levada a sério. Cândido deveria ser exaltado como um herói vivo e não colocado num canto. A estátua está extamente perto da marternidade e lado da saída da barca para Paquetá, onde ninguém a vê. Não foi á toa que quando perguntei sábado(22/11) de manhã para o guarda municipal, ele não sabia onde ela ficava. Nem a Marinha quer saber. Nem precisava ser lembrada pelo jeito.

EA


22/11: 1910 - A Revolta da Chibata


Jornal do Brasil: Marinheiros exigem fim dos maus-tratos

O estopim da Revolta da Chibata foi o castigo de 250 açoites sofrido por um marinheiro. A punição como de costume ocorreu na presença dos outros marujos. O marinheiro desmaiou enquanto apanhava, mas seu algoz continuou a bater-lhe. O fato aconteceu no encouraçado Minas Gerais, que navegava em direção ao Rio de Janeiro. Os revoltosos mataram o comandante do navio de guerra e mais cinco oficiais, que resistiram. Já na Baía de Guanabara, outros marujos assumiram o controle dos navios São Paulo, Bahia e Deodoro. Dois mil marinheiros aderiram à revolta, que exigia o fim dos castigos físicos, melhorias na alimentação e anistia para os amotinados.

Para espanto dos oficiais, os marinheiros mostraram que sabiam manobrar as modernas embarcações com perícia e habilidade.

Na manhã do dia 23 de novembro, sob a liderança do marinheiro de primeira classe João Cândido Felisberto e com redação de Francisco Dias Martins, foi enviado um ultimato ao governo:
" (...) Queremos a resposta já e já. Caso não a tenhamos, bombardearemos as cidades e os navios que não se revoltarem."

A Marinha esboçou um ataque com dois navios menores, que foram rechaçados pelos revoltosos. Os marujos deram tiros de advertência contra o Palácio do Catete, sede do Poder Executivo, e contra a Ilha das Cobras. Encurralado, o presidente Hermes da Fonseca resolveu aceitar as exigências dos rebeldes. Os marinheiros confiaram na palavra do presidente, mas foram traídos por ele. Depois de entregarem as armas e abandonarem os navios, foram expulsos da Marinha. No dia 4 de dezembro, houve novo motim, dessa vez na Ilha das Cobras. A revolta foi reprimida com rigor.

O Almirante Negro na Inglaterra

A idéia de fazer um movimento que acabasse com os maus-tratos na Marinha brasileira surgiu dois anos antes de eclodir a Revolta da Chibata, quando o marinheiro João Cândido viajou para a Inglaterra para acompanhar a construção do encouraçado Minas Gerais. Lá, João Cândido e outros marujos, participaram de reuniões sindicais dos marinheiros ingleses e tomaram conhecimento do motim dos marinheiros do encouraçado russo Potemkin, ocorrido em 1905, motivado pela má alimentação a bordo.

como represália por ter liderado o levante dos marinheiros, João Cândido foi expulso da Marinha, e morreu pobre, em 1969, como carregador de peixes do Porto do Rio de Janeiro.

quarta-feira, 19 de novembro de 2008

"Bo bo thanh phong khoi"




A expressão é vietinamita e quer dizer "cada passo é uma brisa que nasce" . Foi justamente a expressão que surgiu após uma momento de aborrecimmento, quando abri ao acaso o livro MEDITAÇÃO ANDANDO-GUIA PARA A PAZ INTERIOR, autoria de THICH NHAT HANH. A tradução é de ODETE LARA, feita para EDITORA VOZES . O ENGRAÇADO É QUE ANDAVA ESQUECIDO DESSE LIVRO uma edição de 1986.



A mensagem da pagina 31 é literalmente esta:



"Na entrada da sala de meditação e um certo tempo Zen existe uma grande pedra com a seguinte inscrição: ""Bo bo thanh phong khoi", que quer dizer: "cada passo é uma brisa que nasce". Que beleza de verdade isso contém! A fresca brisa é a experiência de paz e liberdade que, soprando apaga o ardor dos sofrimentos em nosso ciclo de nascimento e morte, trazendo alegria e liberdade para a nossa vida!"


"MEU CARO AMIGO, VOCÊ NÃO QUER CAMINHAR DESSE JEITO PELO BEM DO NOSSO MUNDO"

p.s; Acabo de me sentir um elefante nas nuvens. Assim como a imagem acima, que é de um cartaz russo da ROSTA. A primeira imagem, também um cartaz, à esquerda está o monge-POETA vietinamita, ao lado de Gandhi e madre Tereza de Calcutá. Quem desejar procure o livro para uso em situações da vida, que não precise dele como nesta minha situação aborrecida. Desejo que o acaso abra as melhores páginas de cada um de nós nesta noite.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

UM CONVITE

O meu amigo ALê SOUTO está nessa!
É nesta terça no IAB.