sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
"APRESENTAÇÃO DAS SOCIEDADES CONTEMPORÂNEAS"
quinta-feira, 17 de fevereiro de 2011
A FORMAÇÃO DO MUNDO CONTEMPORÂNEO(a boa dica)

FALCON, Francisco. A formação do mundo contemporâneo. 7° ed. Rio de Janeiro: campus, 1989, p.130.
- O livro pretende estudar as origens da sociedade liberal e sua expansão.
- O marco inicial do Mundo Contemporâneo é a primeira guerra mundial, que dá início ao desmantelamento
de toda estrutura da Europa imperialista capitalista.
- O socialismo tentou se estruturar a partir da negação do capitalismo.
- A formação do mundo contemporâneo se identifica com os primeiros sinais de desintegração do modo
de produção anterior: o feudal.
ETAPAS:
1) 1760/80 até 1870/80 = processo de ascensão e estabelecimento das formas capitalistas e burguesas da
sociedade liberal (p. 15).
2) 1870/80 até 1914/18 = quando se desenvolve o capitalismo monopolista e a expansão colonial imperialista, ao mesmo tempo que chega ao apogeu a sociedade liberal na Europa e nas áreas do mundo por ela influenciados. O capitalismo atinge a maturidade.
Da Revolução Russa ao pós-guerra: fim do estado liberal.
TRANSIÇÃO: FEUDALISMO
CAPITALISMO
As principais transformações pré-capitalistas compreendem basicamente:
a) a acumulação de capital;
b) a liberação de mão-de-obra; c) progresso tecnológico aplicado à produção.
- A acumulação pré-capitalista se iniciou com os títulos e bens destinados à especulação. Outro fator importante foi o fenômeno conhecido como “cercamento” – transformação da propriedade agrícola em empresa manejada segundo critérios de lucro; êxodo rural; criação de ovelhas; pirataria; comércio; saque das colônias; formação do exército de reserva.
- Vai surgindo a diferença entre burguesia comercial e burguesia industrial.
- MANUFATURA: é no seu interior que a diferenciação dos detentores de capital e os assalariados se
tornam mais nítido.
- MERCANTILISMO: foi a política econômica da fase pré-capitalista de produção.
- Não agüentando a concorrência das indústrias, as corporações falem.
CAP. 1 – A fase de formação da sociedade liberal (p. 27).
- As origens da sociedade liberal estão assinalados historicamente por um processo de transformações revolucionárias que constituem o advento do sistema capitalista, dividido, para fins de estudo, em duas etapas: a) a revolução industrial; b) a revolução burguesa.
- A acumulação de capital resultou de um longo e diversificado processo de concentração de riqueza e de
expropriação de muitos em benefícios de poucos.
- As grandes potências tendem a converter seus vizinhos em seus mercados consumidores.
- Só a Inglaterra pode ser tomada como exemplo de industrialização em regime de livre concorrência privada. Nos demais países, em geral, a participação do Estado foi decisiva. Nos outros países já existia a forte concorrência dos produtos ingleses.
- O protecionismo passa a ser essencial a todos aqueles que desejassem desenvolver sua própria indústria.
- A fisiocracia abre caminho ao liberalismo invocando as chamadas leis naturais da economia para criticar e condenar o intervencionismo, típico do mercantilismo. Critica o mercantilismo por não dar destaque à agricultura.
- A revolução americana foi liderada pela burguesia agrária local contra a oligarquia metropolitana.
- A revolução de 1848 assinala o ponto culminante dos movimentos liberais e nacionais.
CAP. 2 – A fase de expansão da sociedade liberal (p.71).
- O imperialismo foi uma conseqüência da expansão das economias industrializadas. O capitalismo tornou-
se cada vez menos livres.
- A tentativa de diminuir os custos de produção fez somar a livre-concorrência com o avanço tecnológico.
- A livre-concorrência produziu crises, foi preciso encontrar algo que controlasse os preços. A competição
tende a diminuir a margem do lucro.
- OLIGOPÓLIO: poucas e grandes empresas controlando praticamente um determinado setor do mercado.
Grandes empresas deixam de competir e entram num acordo para estabelecer preços altos dos produtos.
- O mercado como mecanismo de auto-regulamento.
- CARTEL: empresas que produzem mercadorias similares se reúnem para fixar para estabelecer a divisão de mercado ou fixar quotas de venda e produção. Cada uma mantém identidade própria. Somente com a intervenção do Estado o cartel de desmancha.
- TRUSTES: absorção de uma ou mais empresas por outra. As empresas iniciais desaparecem engolidas pela maior. Tende a se dividir em diversas empresas diferentes juridicamente independentes que representam ramo da mesma organização.
- HOLDING: super-truste, uma empresa que coordenada diversas outras empresas.
- Protecionismo: proteção contra concorrente externo por meio de taxas alfandegárias.
- IMPERIALISMO ≠ COLONIALISMO: o primeiro é econômico, o segundo é também dominação política
através da conquista militar.
- Sobre as guerras, a opinião pública são convencidas de que elas são uma necessidade.
- Hobsbawm: já se tem uma economia globalizada, pode-se aspirar a uma cultura globalizada, mas em termos políticos, subsiste os Estados Nacionais. Hoje inexiste uma única autoridade global que desempenhe uma política militar e política. Hoje vive-se a incerteza total. “Duvido que os EUA possam continuar a ser a locomotiva produtiva do mundo... a força relativa da economia americana, enquanto sistema produtivo, tenderá a declinar”. Globalização é um processo cuja essencial é a expansão, num planeta que, por sua própria natureza é marcado pela diversidade.
- Os EUA pode até reivindicar a hegemonia mundial.
--quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
Fundamentos(a boa dica)
'As Luzes", por um historiador francês

Bibliografia da Disciplina

APOSTILA E/OU LIVRO TEXTO BÁSICO
HOBSBAWM, E. J. A Era das Revoluções (1789-1848). Rio de Janeiro: Paz e Terra (13ª ed.), 2001.
LEITURA COMPLEMENTAR (LIVROS, SITES NA WEB, FILMES E ETC SUGERIDOS PARA A DISCIPLINA)
DARNTON, Robert. Os dentes falsos de George Washington: um guia não convencional para o século XVIII. São Paulo: Cia. das
Letras, 2005.
DARNTON, Robert. O Iluminismo como negócio: história da publicação da Enciclopédia – 1755-1800. São Paulo: Cia. das Letras,
1996.
FALCON, Francisco José Calazans. Iluminismo. São Paulo: Ática, 1989.
FURET, François. A Revolução em Debate. São Paulo: Edusc, 2001.
HOBSBAWM, E. J. Da Revolução Industrial Inglesa ao Imperialismo. Rio de Janeiro: Forense Universitária, 1986.
HUNT, E. K. e SHERMAN, Howard. História do pensamento econômico. Petrópolis: Vozes, 2001.
NAPOLEONI. Cláudio. Smith, Ricardo e Marx. Rio de Janeiro: Graal, 1988.
MOTA, Carlos Guilherme. A Revolução Francesa (1789-1799). São Paulo: Ática, 1989.
SCHIERA, Pierangelo. “Sociedade ‘de estados’, ‘de ordens’ ou ‘corporativa’.” In: Antonio Manuel Hespanha (org). Poder
e
instituições no Antigo Regime. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, s/d, p. 143-153.
SOBOUL, Albert. A Revolução Francesa. Rio de Janeiro: Bertrand (7ª ed.), 1989.
THOMPSON, Edward P. Costumes em Comum. São Paulo: Cia. das Letras, 1998, p. 267-304.
VAINFAS, Ronaldo. Dicionário do Brasil Colonial (1500-1808). Rio de Janeiro: Objetiva, 2000.
VENTURI, Franco. Utopia e Reforma no Iluminismo. São Paulo: Edusc, 2003.
VOLVELLE, Michel. A Revolução Francesa contra a Igreja: da razão ao Ser Supremo. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1989.
Biblioteca Nacional do Rio de Janeiro: www.bn.br
